terça-feira, 22 de junho de 2010

O "medley" de comportamento dos técnicos de futebol

No mundo do esporte aquático Natação existe o nado medley, aquele que numa só prova se reúne os quatro estilos de nado diferentes. A frase de início de conversa é só uma pequena analogia para tocar num assunto muito corriqueiro nesta Copa do Mundo, os diferentes tipos de comportamento dos treinadores nesta Copa. Podemos observar atitudes dos comandantes de, França, Brasil, Argentina e África do Sul.

Não sou muito a favor de comparações. Acho que cada um tem as suas características pessoais e profissionais. Isto é algo que vai existir sempre em qualquer profissão se você parar para pensar, pois as pessoas são diferentes por natureza. Mas vejo que a coisa vem passando dos limites nos últimos tempos.

Nesta brincadeira deste, “revezamento de atitudes” dos acima de tudo “professores”, ainda que nem todos sejam por formação, cada um vem mostrando ao mundo quem realmente é. Para inicio de conversa, os treinadores de futebol deveriam sempre dar o bom exemplo aos seus comandados, fãs, familiares, amigos, crianças, para quem quer que seja. Soa ás vezes a impressão, que alguns destes não tem noção da importância que seus cargos representam.

Vamos ao que interessa e falar um pouquinho de cada um dos quatro comandantes. Começando por Maradona. O técnico argentino como esportista não chega a ser espelho para ninguém, por levar seu charuto aos treinos e liberar álcool aos jogadores contando isso publicamente.No entanto, a sua irreverência se tornando uma figura “mítica” nesta Copa. Suas respostas como aquela se declarando a sua mulher “Yo amo una rubia muy...” - quando foi perguntado sobre seu relacionamento carinhoso demais com seus atletas é um claro exemplo de bom humor e estado de graça, felicidade.

No caminho contrário do relacionamento saudável aparece Dunga. O nosso treinador já é conhecido pela sua nítida expressão mal-humorada. Só que desta vez ele quebrou a barreira do respeito. Suas palavras pronunciadas ao Jornalista Alex Escobar da TV Globo, não são honrosas do cargo que exerce. É bem verdade que não se sabe das richas pessoais, mas que as resolva todas elas quando não estiver frente à imagem da seleção brasileira. O mínimo é ter dignidade de respeitar ao próximo.

Passando um pouco mais a diante, mais um episódio vexatório na maior competição de futebol. A recusa do já ex-técnico Francês Raymond Domenech em cumprimentar Carlos Alberto Parreira após a partida em que os dois foram eliminados. Além da atitude lamentável pela antiesportividade do técnico dos “bleus”, o que se imagina é que Domenech não deve conhecer a história do treinador brasileiro. Se soubesse não teria tido coragem de fazer o que fez.

Na aula de serenidade e dignidade, Carlos Alberto Parreira é acima de tudo sublime. Reconhecido, prestigiado, dono de uma história incrível de participar de oito Copas do Mundo, Parreira não precisava do aperto de mão do seu adversário. Mas se se mostrou um autêntico professor saindo por cima dentro e fora de campo. Cumpriu seu papel de técnico, de cidadão que com toda a certeza fez um bem ao povo africano.
As diferenças entre as pessoas vai existir. Agora cada um leva a sua consciência para casa.

domingo, 20 de junho de 2010

Estamos assistindo futebol ou rugby?

Keitá simula choque com Kaká durante a partida (Foto:reprodução)

A Copa do Mundo de 2010 não tem tido o brilho que a maior competição de futebol do planeta merece. Jogos ruins, falta de jogadores brilhantes, muitos empates, média de gols baixa e as chamadas “zebras” surpreendendo já na primeira fase. Aos poucos vai se apagando o brilhantismo da seleção da Espanha e a França classificada para a Copa aos trancos e barrancos já se desmantela. Inglaterra e Itália seguem sem encantar. Para não ser injusto também, não dá pra esquecer o bom início da Alemanha. O histórico dos alemães em Copas merece respeito, embora já tenha mostrado fragilidade.

De todas as seleções consideradas favoritas a que mais mostra força é a Argentina. O caso da equipe de Diego Maradona parece algo semelhante a um time de pelada. É como se o seu treinador distribuísse os coletes aos melhores e colocasse em campo para jogar. Tecnicamente se mostram muito fortes, porém sem a devida organização. Quando as jogadas saem é mais na inspiração técnica do que em jogadas maravilhosamente bem tramadas. Vale lembrar que os argentinos ainda não pegaram um adversário muito difícil.

A seleção brasileira mostrou uma grande evolução nesta partida difícil contra a Costa do Marfim. Depois de um início de jogo chato, travado sem muitas chances de gol, o jogo acabou se tornando uma verdadeira batalha com muitas faltas cometidas. A equipe de Dunga conseguiu mostrar em alguns momentos o que foi fazer na África do Sul. Os brasileiros foram jogar futebol. Com a melhora do desempenho de Kaká o talento de Luis Fabiano finalmente apareceu e assim o placar foi construído naturalmente. Ninguém de verde e amarelo está lá para dar pontapé em adversário, muito menos praticar agressão como mal interpretou o horrível trio de arbitragem comandado pelo francês Stephane Lannoy na colisão entre Keita e o Camisa 10 do Brasil.

Fica o registro da péssima atuação do arbitro debutante em mundiais totalmente sem critério em um jogo tão importante. Isto é algo capaz de tirar o brilho de um jogo de uma competição deste nível. Ainda não mostramos um espetáculo dentro das quatro linhas. É preciso mostrar muito mais para encantar, contudo é nítida a melhora da equipe nacional. Em um aspecto tenho de concordar com treinador brasileiro e dizer, que, num jogo como este, realmente é muito difícil mostrar futebol-arte. Embora na África o Rugby seja mais popular o que estamos querendo ver é o esporte com a bola redonda.

Deixo aqui uma pergunta: será que vão deixar os brasileiros mostrarem como se joga futebol?

CHUTE FINAL

Não gostaria de comentar a atitude de Dunga na sala de imprensa. Só acho que tanto os jornalistas quanto o próprio ex-jogador deveriam se preocupar cada um apenas com o próprio trabalho.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Valeu pelos três pontos

Jogadores comemoram com Elano o segundo gol (Foto: Globoesporte.com)

O coração bateu forte em todo Brasil. Na estréia do time pentacampeão mundial o mundo inteiro parou para ver. Se tratando do primeiro jogo da equipe na Copa 2010, o rumo da prosa não poderia ser muito diferente. O escrete canarinho se comportou de maneira muito nervosa na etapa inicial e a marcação dos adversários com praticamente todos os jogadores atrás da linha da bola dificultava o setor ofensivo dos comandados de Dunga. Nota-se uma grande carencia de um bom criador de jogadas. Kaká, ainda sem estar nas suas melhores condições chegou até a melhorar no decorrer da partida.

Na etapa final o time canarinho começou a soltar um pouco mais. Continuava sem apresentar um bom futebol, mas passou a ter mais movimentãção do meio para frente. Vejo a nossa seleção muito longe de ter um futebol alegre capaz de empolgar sua torcida. Contudo, as substituições do treinador pareceram animadoras, pois com a entrada de Daniel Alves, Ramires, e surpreedentemente Nilmar no lugar de Kaká dão a impressão que nas condições adversas o medo não serã impecilho para que seja colocado em campo um desenho tático mais ofensivo.

A equipe de uma maneira geral mostrou um futebol seguro em todos os setores. Precisa de retoques principalmente na saida de bola que é na maioria das vezes muito lenta. Na partida do próximo domingo diante da previsível Costa do Marfim que arrancou um empate sem gols contra Portugal, num jogo tecnicamente muito fraco, o selecionado brasileiro deverá entrar com mais ímpeto por já ser a segunda partida da competição.

Não vejo um cenário preocupante nem animador na seleção brasileira. De uma maneira geral a Copa de 2010 na maioria dos jogos não está sendo empolgante tecnicamente. Está faltando o brilho do talento de grandes jogadores. Acredito que apenas como tempo poderemos ter uma noção de verdade até aonde podemos ir.

Por enquanto os três pontos estão valendo!

segunda-feira, 14 de junho de 2010

A hora da verdade

Kaká em treino de reconhecimento no Ellis Park

Está chegando a hora da verdade. A ansiedade só aumenta nas horas que antecedem o primeiro jogo do Brasil na Copa 2010. Agora não adianta mais pensar neste ou naquele jogador que perdeu o bonde rumo a Joanesburgo. Dunga constituiu uma família ao longo de se trabalho e acredita nela. Confiança e vontade acredito que estes serão ingredientes de sobra vistos no futebol do time canarinho. Se vamos voltar com o título isto algo é impossível de se dizer, pois seria quebrar o protocolo do imprevisível, do sabor real do esporte mais popular do mundo.

Voltando um pouquinho a fita, há quatro anos atrás era tudo um oba-oba só. O Brasil era praticamente hexacampeão. Em meio a toda aquela euforia do “quadrado mágico”, os treinamentos eram cercados de festa. Podemos hoje não ter o time dos sonhos na prancheta. Por outro lado, na prática temos um time vitorioso, sim. Podemos não estar confiantes como gostaríamos. Mas a verdade é que queremos sempre mudar. O alento que fica neste momento pré-estréia é de que os erros do passado parecem ter sido aprendidos. E disso ninguém pode reclamar da atual comissão técnica.

Vejo parte da imprensa reclamando e comentando do treino apelidado de ‘privativo’ pelo nosso treinador. Não consigo entender este tipo de questionamento feito por qualquer um que tenha criticado o trabalho de Parreira em 2006. Não sou adepto à camisa de força, escravidão, tampouco o exílio da seleção brasileira em qualquer lugar no mundo. Contudo, reconheço que chegou a hora de botar tudo no lugar. Acertar os detalhes antes da bola rolar oficialmente. Acho que já deu pra perceber nestes primeiros jogos como vai ser disputado este mundial. Média de gols baixa, jogo estudado e decido em fração de segundos. Se não temos muitos jogadores brilhantes tecnicamente é bom que fique tudo bem ensaiado.

Para fechar. Não acredito em mudança na escalação dos onze titulares para a estréia. Está tudo definido. No entanto, creio que alguns jogadores irão ganhar espaço durante a competição. Ramires é o candidato mais forte à surpresa. Thiago Silva pode barrar Juan, que não tem me inspirado muita confiança. Daniel Alves é o autentico coringa. Já no ataque, Nilmar pode ser um bom trunfo durante as partidas.

Agora é contar os minutos para o jogo começar. Força Brasil!

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Maior ídolo e reforço dos ultimos tempos

Ex-camisa 10 agora tem o 20 na frente: 2010 (Crédito: Globoesporte.com)

O Flamengo apresenta nesta terça-feira o maior reforço dos últimos anos. Se Adriano foi o grande nome do ano passado, sendo artilheiro na conquista do Campeonato Brasileiro, Zico agora chegar para resolver o maior problema do clube: a gestão do futebol. O ídolo do time rubro-negro pode não ter ainda uma experiência concreta na função que está assumindo, mas tem credibilidade de sobra para atrair o que há de melhor em todos lados. Por ser apaixonado pelas cores do clube, acredita-se o trabalho será de muita seriedade.

Daqui para diante será muito mais fácil para o clube contratar um jogador de nome. Mais ainda será encontrar um treinador experiente para assumir depois da Copa. Convenhamos, Rogério Lourenço não é o nome ideal, por mais que seja nítida a necessidade dos reforços.

Esqueçamos, por ora, os problemas antigos deixados por quem passou por ali. O Galinho não vai do dia para noite pagar a dívida e deixar a vida financeira do clube saudável ou transformar o time na máquina de 81 vencedora da Libertadores e Mundial de Clubes. A palavra paciência que não existe no vocabulário do torcedor será fundamental para que o resultado a médio e longo prazo realmente apareça.

O maior nome da história do Flamengo terá uma missão bem difícil. Cobrança não faltará a ele, mesmo não estando na área técnica à frente do time. Certamente o grande desafio de Zico é resgatar a tradição do clube em revelar jogadores. Também é preciso terminar o centro de treinamento, construir uma concentração e quem sabe um estádio. Resumindo: dar os elementos na verdade básicos na estrutura de um clube profissional deveria ter.

Agora é o momento de olhar pra frente. Seguir um modelo moderno e com uma política diferente. Ginga o ex-camisa 10 sempre teve dentro do campo agora resta saber se ele vai saber driblar todos os problemas fora dele.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Você quer dar opinião, informação e participar de uma rede social? No Virgula você pode

Por: Kadu Braga

O projeto Virgula Copa 2010 é uma mistura de rede social e futebol e que distribui camisas oficiais da seleção




O mundo virtual cada vez mais aproxima o torcedor do mundo do esporte. Quando se fala em futebol, mais ainda. Por isso com o intuito de fazer o povo se aproximar ainda mais, o portal Virgula chega inovando e chamando você internauta para participar e interagir diretamente via internet com muita diversão e entretenimento. Mas, o que rola no site? O que posso fazer nele?

Por exemplo: para quem não tem paciência para ir na banca do jornal toda semana e comprar figuras auto colantes ou não tem tempo de trocar as repetidas, está aí a solução. No "Virgula" você pode ter um álbum de figurinhas vivo, onde os próprios usuários constroem as páginas, ou melhor, os perfis de jogadores e seleções. Assim é a rede social Vírgula Copa 2010, a principal ação de aquecimento do Portal Virgula para o Mundial.

São os membros cadastrados que definem o conteúdo da rede. Pessoas que entendem e gostam de futebol enviam fotos, vídeos, tornam-se fã dos jogadores, interagem, participam de quiz, criando um imenso banco de dados sobre futebol, sempre atualizado. No ar desde Abril, o Virgula Copa 2010 já reúne mais de 120 mil vídeos e 185 mil fotos compartilhados entre os mais de 14 mil membros.

Com tantos torcedores participando, a rede funciona também como um “termômetro” da Copa. Os jogadores mais populares possuem mais fãs e mais conteúdo em seus perfis. Ronaldinho Gaúcho, por exemplo, que nem foi convocado para a Copa, possui 239 fãs enquanto Elano, com vaga garantida no meio-campo brasileiro, só tem três.

Mas a ação do Portal Virgula não para por aí e se estende de várias formas fazendo o aquecimento para a programação especial de Copa do Mundo, com presença no Twitter, no Facebook, em duas comunidades oficiais no Orkut (http://migre.me/GQia e http://migre.me/GQjc) e com um divertido aplicativo, também no Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#AppInfo?appId=949090065645&ref=SRA página da ação no Facebook, aliás, vai dar uma camisa da seleção brasileira para um fã, essa semana. Curte lá.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Cruzeiro vence o Botafogo no Mineirão


Jogando com uma camisa amarela em homenagem a seleção brasileira, o Cruzeiro venceu o Botafogo por 1 a 0, no Mineirão em partida válida pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro. Esta é a primeira derrota dos alvinegros na competição que jogou sem Caio, Herrera e Loco Abreu que está com a seleção Uruguaia se preparando para a Copa. O time celeste não tinha Gilberto, à serviço da seleção brasileira, porém conquistou os três pontos em casa.

Mesmo atuando na condição de visitante, o Botafogo começou assustando logo no primeiro minuto de jogo. Em jogada de velocidade, Edno arrancou na entrada da área, mas foi segurado por Leonardo Silva. Ele mesmo cobrou rasteirinho com perigo. Aos poucos o time da casa começou a se encontrar no jogo tendo mais posse de bola. E foi em uma jogada trabalhada que a Raposa abriu o placar. Marquinhos Paraná colocou em profundidade para Jonathan cruzar rasteiro e Thiago Ribeiro só empurrar. 1 a 0, aos 19 minutos.

Depois do gol, a partida começou a ficar mais movimentada. Um minuto depois Roger quase ampliou em bola mal tirada pela defesa alvinegra. Aos 23, Somália fez bom cruzamento, mas Edno cabeceou fraco. Mas a equipe de Adilson Batista não recuou e continuou mandando no jogo trocando passes.

Com isso, o time alvinegro passou a jogar mais recuado apostando mais nos contra-ataques. Foi só aos 35 a melhor jogada do time de Joel Santana. Renato Cajá arrancou pelo meio, tabelou com Edno, e abriu com Alessandro que o achou novamente livre, mas a conclusão não foi boa. A pressão botafoguense continuou. Cajá chutou forte de fora da área obrigando a Fábio fazer boa defesa no canto esquerdo aos 36. Um minuto depois foi a vez de Lúcio Flávio dificultar a vida do arqueiro cruzeirense.

Já aos 43 minutos, Somália arrancou pela ponta esquerda, invadiu a área, e foi derrubado por Leonardo Silva. Penalidade máxima. Renato Cajá cobrou em meia altura no lado esquerdo, mas Fábio acertou o canto e espalmou para fora. Os donos da casa foram para vestiário em vantagem.

SEGUNDA ETAPA:

Na volta após o intervalo, Joel Santana sacou Sandro Silva e pôs o novato Alex tentando tornar o time mais ofensivo. Melhor no início da etapa final, o ataque alvinegro passou a ter mais posse de bola. Já o time azul era mais objetivo. Jonathan arriscou de pés esquerdo aos 12, sem sucesso. Três minutos depois Roger cobrou falta por cima. Pouco depois Jonathan fez bom cruzamento e Thiago Ribeiro perdeu chance incrível.

O time de preto e branco não desistia de atacar. Alessandro tentou cruzar afastou e no rebote Edno chutou forte, mas a bola bateu na zaga se perdeu pela linha de fundo aos 19. Logo sem seguida, o camisa 1 do Cruzeiro apareceu muito bem de novo em chute de forte de fora da área de Renato.

A torcida do time azul e branco empurrava, mas a partida não oferecia grandes lances. O treinador da equipe carioca ainda tentou mudar colocando Marcelo Cordeiro e Diguinho na metade da etapa final, que não tiveram boa atuação. Pelo lado dos donos da casa, Adilson Batista apostou na força física de Guerrón e na habilidade de Pedro Ken.

Ambos os treinadores não tiveram sucesso nas substituições. A maior chance perdida pelos alvinegros foi com Alessandro, que chutou cruzado mas a bola passou rente a trave e foi para fora. Assim o placar não foi mais alterado. Fim de papo: 1 a 0 para o Cruzeiro.

FICHA TÉCNICA:
CRUZEIRO 1 X 0 BOTAFOGO

Estádio: Mineirão
Data/Hora:26/05/2010 – 21h30 (de Brasília)
Árbitro:Jaílson Macedo Freitas (BA)
Auxiliares:Alessandro Alvaro Rocha de Matos (Fifa-BA) e Belmiro da Silva (BA)
Cartões amarelos: Leonardo Silva, Fernandinho e Kleber (CRU); Fábio Ferreira e Diguinho (BOT)
Gol: Thiago Ribeiro, aos 19 do primeiro tempo.

CRUZEIRO: Fábio, Jonathan, Gil, Leonardo Silva e Fernandinho, Fabinho, Henrique, Marquinhos Paraná e Roger (Pedro Ken); Thiago Ribeiro (Guerrón) e Kléber

BOTAFOGO:Jefferson, Fahel, Ântônio Carlos e Fábio Ferreira; Alessandro, Leandro Guerreiro, Sandro Silva (Alex), Lúcio Flávio (Marcelo Cordeiro) e Somália; Renato Cajá (Diguinho) e Edno.