segunda-feira, 25 de maio de 2009
Convocação da seleção brasileira
O técnico Dunga convocou na última quinta-feira, (21), os jogadores que irão disputar os dois próximos jogos contra Uruguai e Paraguai, pelas eliminatórias da copa do mundo da África do Sul em 2010. A mesma lista serve para a Copa das Confederações que se inicia em junho.
Um dos principais assuntos da coletiva concedida por Dunga, foi a não convocação de Ronaldinho Gaucho. Confira parte da entrevista no vídeo acima.
Segue abaixo a lista dos convocados:
Goleiros: Julio César (Internazionale), Gomes (Tottenham), Victor (Grêmio).
Laterais: Maicon (Internazionale), Daniel Alves (Barcelona), Kleber (Internacional), André Santos (Corinthians).
Zagueiros: Alex (Chelsea), Juan (Roma), Lúcio (Bayern de Munique), Luisão (Benfica).
Meio-campistas: Anderson (Manchester United), Gilberto Silva (Panathinaikos), Josué (Wolfsburg), Ramires (Cruzeiro), Elano (Manchester City), Felipe Melo (Fiorentina), Júlio Baptista (Roma), Kaká (Milan).
Atacantes: Alexandre Pato (Milan), Luís Fabiano (Sevilla), Nilmar (Internacional), Robinho (Manchester City).
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Jogo dos três toques
A partida da noite desta quarta-feira, não foi apenas uma simples partida entre Fluminense e Corinthians. Atrativos à parte, Ronaldo e Fred, carregam em seus currículos suas histórias e muito talento, algo capaz de levar um torcedor de outro time ao estádio, para assistir a partida. E não tive como perder a oportunidade de ver isso de perto. Contudo, a história do jogo de ontem acabou tendo destaque mais coletivo do que individual.
O jogo em si, pelo lado do time visitante, aconteceu dentro do previsível. Trabalhar a bola com facilidade, e jogar no erro do dono da casa. Observem o time de Mano Menezes. Seus jogadores não dão mais que três toques na bola e o jogo segue. Pode se dizer também, que a vantagem construída no primeiro jogo, deu uma tranqüilidade maior para que a partida se desenhasse assim.
Cada vez mais, o futebol moderno mostra que o coletivo precisa ser bom para o talento individual aparecer. No caso do time de Parreira, falta e muito nesse sentido. Seus laterais quase nulos ofensivamente, a saída de bola então, muita dificuldade. Nessas situações insistir no passe longo, só dificulta o jogo, e foi assim todo o primeiro tempo.
Quando tudo parecia melhorar com as mudanças no intervalo, já era tarde demais. Talvez o grande erro do time tricolor ontem, tenha sido a pressa que começou para resolver o jogo. Certamente falta um pouco de experiência para os talentosos, Thiago Neves, Conca e Maicon por exemplo.
E disso, quem se encarrega é o tempo.
Um abraço a todos.
O jogo em si, pelo lado do time visitante, aconteceu dentro do previsível. Trabalhar a bola com facilidade, e jogar no erro do dono da casa. Observem o time de Mano Menezes. Seus jogadores não dão mais que três toques na bola e o jogo segue. Pode se dizer também, que a vantagem construída no primeiro jogo, deu uma tranqüilidade maior para que a partida se desenhasse assim.
Cada vez mais, o futebol moderno mostra que o coletivo precisa ser bom para o talento individual aparecer. No caso do time de Parreira, falta e muito nesse sentido. Seus laterais quase nulos ofensivamente, a saída de bola então, muita dificuldade. Nessas situações insistir no passe longo, só dificulta o jogo, e foi assim todo o primeiro tempo.
Quando tudo parecia melhorar com as mudanças no intervalo, já era tarde demais. Talvez o grande erro do time tricolor ontem, tenha sido a pressa que começou para resolver o jogo. Certamente falta um pouco de experiência para os talentosos, Thiago Neves, Conca e Maicon por exemplo.
E disso, quem se encarrega é o tempo.
Um abraço a todos.
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Romantismo no futebol
Foto: Autor desconhecido.É plausível a justa homenagem feita no Engenhão ao ex-jogador do Botafogo e da Seleção Brasileira Nilton Santos, aniversariante do último sábado completando seus 84 anos. Detalhe, vestiu apenas estas duas camisas enquanto jogador. O esporte, principalmente o futebol é especial, pois o passado se revive em segundos, em imagens, fotografias, arquivos, conquistas e lembranças de pessoas que fizeram uma história digna de um grande reconhecimento.
A trajetória de sucesso do futebol no nosso País, passa por tantos nomes importantes que é difícil lembrar todos, mas não podem cair no esquecimento dos clubes e entidades por onde passaram. A imprensa não cansa de cobrar da CBF principalmente, uma homenagem e também uma ajuda a aqueles que fizeram por nós, em uma época totalmente diferente, onde as cifras não mandavam e sim o talento de cada um.
Hoje, tudo anda muito corriqueiro. O craque joga seis meses aqui e faz as malas. Não quer mais a história de sucesso, e sim o luxo daqui a algum tempo. Não quer o reconhecimento daqui a algum tempo. Não é questão de ser contra a fazer uma carreira aqui ou ali, tampouco deixar passar oportunidades que, ás vezes, podem ser perdidas. Contudo, essas mudanças todas fazem valer cada vez mais aqueles que viveram uma era de “romantismo no futebol”. E não do capitalismo no futebol.
Parabéns, Nilton Santos!
Uma boa semana a todos.
A trajetória de sucesso do futebol no nosso País, passa por tantos nomes importantes que é difícil lembrar todos, mas não podem cair no esquecimento dos clubes e entidades por onde passaram. A imprensa não cansa de cobrar da CBF principalmente, uma homenagem e também uma ajuda a aqueles que fizeram por nós, em uma época totalmente diferente, onde as cifras não mandavam e sim o talento de cada um.
Hoje, tudo anda muito corriqueiro. O craque joga seis meses aqui e faz as malas. Não quer mais a história de sucesso, e sim o luxo daqui a algum tempo. Não quer o reconhecimento daqui a algum tempo. Não é questão de ser contra a fazer uma carreira aqui ou ali, tampouco deixar passar oportunidades que, ás vezes, podem ser perdidas. Contudo, essas mudanças todas fazem valer cada vez mais aqueles que viveram uma era de “romantismo no futebol”. E não do capitalismo no futebol.
Parabéns, Nilton Santos!
Uma boa semana a todos.
segunda-feira, 11 de maio de 2009
A velha arte
Foto: autor desconhecido.O campeonato Brasileiro começou e os times cariocas Botafogo, Flamengo e Fluminense já sentiram o quanto promete ser competitiva essa edição. Empate, derrota e vitória. Também não é o fim do mundo. Esses times precisam reforçar os elencos que possuem hoje, e ainda ficar de olho na janela de transferências, se almejam algo grande na competição.
Destaque na primeira rodada, Nilmar, com todo o seu talento e sem modéstia, deixou diversos marcadores pra trás com a lisura de quem tem talento natural. A confiança em seu futebol é algo interessante. Seu grande mérito de não desistir da jogada em nenhum momento, ainda que tentassem derrubá-lo e marcou um golaço. Isso lembra os jogadores de antigamente, que não faziam do artifício da falta, uma forma de se apequenar perante a luta em campo.
Hoje em dia o futebol arte anda escasso, ainda mais aqui no Brasil. Isso se deve ao grande êxodo de jogadores para o exterior. É doloroso ler a matéria publicada pela revista “Veja”, e já saber o destino de tantas promessas. Hoje em dia eles não querem mais ser ídolos dos clubes daqui, querem ser milionários ou simplesmente ajudar suas famílias.
Valorizo cada toque de fina arte, a magnitude do drible, a emoção da jogada que faz levantar o torcedor e levá-lo ao estádio. Por aqui ainda precisam ser feitas muitas coisas para resgatar a fidelidade de quem torce, seria bom para todos os lados principalmente para melhorar o espetáculo.
O futebol brasileiro não pode perder seu brilho, pois é aqui que nascem os maiores craques do mundo e isso tem que prevalecer.
Viva o futebol arte.
Um abraço a todos.
Kadu Braga.
Destaque na primeira rodada, Nilmar, com todo o seu talento e sem modéstia, deixou diversos marcadores pra trás com a lisura de quem tem talento natural. A confiança em seu futebol é algo interessante. Seu grande mérito de não desistir da jogada em nenhum momento, ainda que tentassem derrubá-lo e marcou um golaço. Isso lembra os jogadores de antigamente, que não faziam do artifício da falta, uma forma de se apequenar perante a luta em campo.
Hoje em dia o futebol arte anda escasso, ainda mais aqui no Brasil. Isso se deve ao grande êxodo de jogadores para o exterior. É doloroso ler a matéria publicada pela revista “Veja”, e já saber o destino de tantas promessas. Hoje em dia eles não querem mais ser ídolos dos clubes daqui, querem ser milionários ou simplesmente ajudar suas famílias.
Valorizo cada toque de fina arte, a magnitude do drible, a emoção da jogada que faz levantar o torcedor e levá-lo ao estádio. Por aqui ainda precisam ser feitas muitas coisas para resgatar a fidelidade de quem torce, seria bom para todos os lados principalmente para melhorar o espetáculo.
O futebol brasileiro não pode perder seu brilho, pois é aqui que nascem os maiores craques do mundo e isso tem que prevalecer.
Viva o futebol arte.
Um abraço a todos.
Kadu Braga.
Veja os detalhes do gol de Nilmar!
quinta-feira, 7 de maio de 2009
A volta do imperador
Foto: André Durão/ globoesporte.com“O bom filho à casa torna”, é a frase que descreve a volta de Adriano à Gávea. Depois de passar um tempo afastado dos gramados, agora é o momento do reencontro com a alegria, para fazer o que mais lhe dá prazer e o que melhor sabe na vida: Gols. Certamente essa atitude rara no futebol de fazer uma mudança radical tem um motivo, esse o qual era que declaradamente não tinha motivação, o que é muito importante para o sucesso.
Para o Imperador esse recomeço será cercado de desconfiança e terá de ter como grande aliado, o tempo, algo que no futebol muitas vezes é intolerante, mas sabe-se é preciso fazer tudo passo-a-passo e todos estão cientes disso. É uma contratação de peso, porém é preciso conter a euforia da torcida principalmente.
Tanto o Flamengo, quanto o mais novo atacante ganham com essa nova era. Não é só seu talento e qualidade técnica, que fazem parte desse plano. Sua imagem bem trabalhada pode gerar lucros e mais lucros. Também pode se dizer que sua chegada pode além de contribuir com tudo isso, pode pesar na hora de alguns jogadores decidirem o seu futuro.
A palavra planejamento tem sido a alma do futebol nos últimos tempos, e isso sendo bem feito pode criar não só uma harmonia no grupo, como um elenco de qualidade passa a fazer diferença dentro de campo. O time rubro negro se reforça onde mais precisava e certamente chega forte no campeonato Brasileiro.
A promessa é de uma edição recheada emoção e muitos gols. É só olhar para Adriano, Ronaldo, Fred, Keirrison, Nilmar entre outros.
Bom fim de semana a todos.
Para o Imperador esse recomeço será cercado de desconfiança e terá de ter como grande aliado, o tempo, algo que no futebol muitas vezes é intolerante, mas sabe-se é preciso fazer tudo passo-a-passo e todos estão cientes disso. É uma contratação de peso, porém é preciso conter a euforia da torcida principalmente.
Tanto o Flamengo, quanto o mais novo atacante ganham com essa nova era. Não é só seu talento e qualidade técnica, que fazem parte desse plano. Sua imagem bem trabalhada pode gerar lucros e mais lucros. Também pode se dizer que sua chegada pode além de contribuir com tudo isso, pode pesar na hora de alguns jogadores decidirem o seu futuro.
A palavra planejamento tem sido a alma do futebol nos últimos tempos, e isso sendo bem feito pode criar não só uma harmonia no grupo, como um elenco de qualidade passa a fazer diferença dentro de campo. O time rubro negro se reforça onde mais precisava e certamente chega forte no campeonato Brasileiro.
A promessa é de uma edição recheada emoção e muitos gols. É só olhar para Adriano, Ronaldo, Fred, Keirrison, Nilmar entre outros.
Bom fim de semana a todos.
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Adriano volta ao flamengo
terça-feira, 5 de maio de 2009
Futebol é real, não é lenda

A lenda de que o raio não cai três vezes no mesmo lugar, se foi, e virou realidade. O torcedor do Botafogo se depara agora com os gritos de “vice de novo” do outro lado da torcida, ao invés do “vice é o Cuca”, que proclamou dias atrás. A competência desse treinador nunca foi posta em questão e sim a sua sorte, coisa que o time que dirige atualmente, tem para dar e vender. Falando em Cuca, é um dos principais protagonistas dessa conquista, pelo fato de ter acertado seu meio campo com Kléberson e Ibson. Cabe dizer também, o mérito grande do goleiro Bruno que foi o nome da partida.
Juntar a competência com a sorte é uma das formulas para o sucesso. A equipe do Flamengo teve seus méritos durante a competição, mesmo com problemas extra-campo e provou que sabe decidir como ninguém. Sua torcida, implacável, empurra com uma força do pensamento fulminante, diferente da torcida alvinegra. O carma da velha frase das “coisas que acontecem com o Botafogo”, deveria ser proibida de ser pronunciada se querem continuar crescendo daqui para frente.
Perder mais uma vez não quer dizer que esteja tudo errado, muito pelo contrário. A nova diretoria, já colhe frutos da organização e de seu planejamento. Poucos apostavam no alvinegro no início da temporada e com o tempo, o próprio time mesmo com suas limitações foi lutador até o apito final, diferente de edições anteriores. A perda de Maicosuel e Reinaldo também foram sentidas, porém, me arriscaria a dizer que o segundo tempo da partida de domingo, foi uma das melhores exibições do time no campeonato.
As perspectivas de ambos são parecidas para o resto da temporada. O Flamengo ainda disputa a importante copa do Brasil e deve se reforçar com o peso de Adriano. Perder um ou outro jogador fará parte deste caminho incerto. O Botafogo precisa se reforçar bastante e segurar seu camisa 10. Perdendo o “Mago” ou não, Lúcio Flávio cairia como uma luva nesse time.
Juntar a competência com a sorte é uma das formulas para o sucesso. A equipe do Flamengo teve seus méritos durante a competição, mesmo com problemas extra-campo e provou que sabe decidir como ninguém. Sua torcida, implacável, empurra com uma força do pensamento fulminante, diferente da torcida alvinegra. O carma da velha frase das “coisas que acontecem com o Botafogo”, deveria ser proibida de ser pronunciada se querem continuar crescendo daqui para frente.
Perder mais uma vez não quer dizer que esteja tudo errado, muito pelo contrário. A nova diretoria, já colhe frutos da organização e de seu planejamento. Poucos apostavam no alvinegro no início da temporada e com o tempo, o próprio time mesmo com suas limitações foi lutador até o apito final, diferente de edições anteriores. A perda de Maicosuel e Reinaldo também foram sentidas, porém, me arriscaria a dizer que o segundo tempo da partida de domingo, foi uma das melhores exibições do time no campeonato.
As perspectivas de ambos são parecidas para o resto da temporada. O Flamengo ainda disputa a importante copa do Brasil e deve se reforçar com o peso de Adriano. Perder um ou outro jogador fará parte deste caminho incerto. O Botafogo precisa se reforçar bastante e segurar seu camisa 10. Perdendo o “Mago” ou não, Lúcio Flávio cairia como uma luva nesse time.
Daqui pra frente, os caminhos serão traçados, de acordo com as atitudes de cada um e com a continuação deste bom trabalho, que vem sendo desenvolvido por ambos.
Afinal a hegemonia já dura um bom tempo...
E ai, até aonde vai?
Um abraço a todos.
Afinal a hegemonia já dura um bom tempo...
E ai, até aonde vai?
Um abraço a todos.
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terça-feira, 28 de abril de 2009
O clássico e o vento
Domingo de decisão é sempre diferente. O torcedor levanta e faz o velho ritual pré-jogo, alguns mais supersticiosos, outros menos, mas no final a coisa se decide mesmo é dentro do campo. O futebol brasileiro tem a riqueza de ter os campeonatos regionais vivos e funcionando a todo vapor, cada um com o seu charme e particularidade.
O charmoso campeonato carioca vive a era da hegemonia de Botafogo e Flamengo. Pelo terceiro ano seguido, a disputa segue acirrada. Equilíbrio é a palavra que pode definir esse confronto nos últimos tempos. Não é por acaso o resultado deste primeiro jogo. A vantagem do placar fica para finalíssima, e a desvantagem começa a ter nome de Maicosuel. Lesionado está vetado. O clássico perde o brilho da categoria do melhor jogador do campeonato.
Vencerá desta vez, aquele que souber se comportar com dignidade e souber com a bola nos pés, fazer o que o verdadeiro futebol conhece. É isso que o torcedor merece, e não a desqualificação de quem nunca colocou o pé na bola. Deixem que o sopro do apito o vento leve, e que a maresia traga de volta, os tempos do futebol arte.
Domingo eu quero respirar bom futebol. E você?
PITACO DOS VIZINHOS
“Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça”- frase de Vinicius de Moraes. Aplicou-a num dia de inspiração na calçada de Ipanema. Neste domingo, o domínio de bola de Ronaldo fenômeno no primeiro gol contra o Santos, foi quase uma música, ou uma pintura, ou até mesmo um simples toque de carinho na bola. É assim que se trata ela. Parabéns Ronaldo! Mais uma vez decisivo.
O charmoso campeonato carioca vive a era da hegemonia de Botafogo e Flamengo. Pelo terceiro ano seguido, a disputa segue acirrada. Equilíbrio é a palavra que pode definir esse confronto nos últimos tempos. Não é por acaso o resultado deste primeiro jogo. A vantagem do placar fica para finalíssima, e a desvantagem começa a ter nome de Maicosuel. Lesionado está vetado. O clássico perde o brilho da categoria do melhor jogador do campeonato.
Vencerá desta vez, aquele que souber se comportar com dignidade e souber com a bola nos pés, fazer o que o verdadeiro futebol conhece. É isso que o torcedor merece, e não a desqualificação de quem nunca colocou o pé na bola. Deixem que o sopro do apito o vento leve, e que a maresia traga de volta, os tempos do futebol arte.
Domingo eu quero respirar bom futebol. E você?
PITACO DOS VIZINHOS
“Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça”- frase de Vinicius de Moraes. Aplicou-a num dia de inspiração na calçada de Ipanema. Neste domingo, o domínio de bola de Ronaldo fenômeno no primeiro gol contra o Santos, foi quase uma música, ou uma pintura, ou até mesmo um simples toque de carinho na bola. É assim que se trata ela. Parabéns Ronaldo! Mais uma vez decisivo.
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