Reservas do Botafogo empatam com Atlético Paranaense na Arena da Baixada
O Atlético Paranaense recebeu o Botafogo e arracancou um empate em 0 a 0, pela primeira fase da Copa Sul-Americana na noite desta quarta-feira, ás 21h50 na Arena da Baixada.
O jogo começou com as duas equipes se estudando bastante, sem criar muitas chances no início. O Botafogo sentiu muito o jogo, por ter entrado em campo com seu time praticamente todo reserva, apenas com o reforço de Victor Simões de titular em campo. E o Atlético contava com força máxima.
Os principais lances dos primeiros 45 minutos foram pelo lado dos donos da casa. O primeiro foi em cobrança lateral rápida, aos 18 minutos. Wesley cobrou no capricho para Alex Mineiro, que invadiu a área driblou Emerson, mas Flávio apareceu bem.
Aos poucos o time alvinegro tentou equilibrar o jogo saindo nos contra-ataques. No entanto, não tinha muita objetividade e pecava nas conclusões. Alex Mineiro ainda apareceu bem novamente pelo Atlético obrigando a Flávio a fazer a defesa mais importante da primeira etapa, que não teve o placar alterado.
SEGUNDO TEMPO
A segunda etapa começou mais movimentada, com os times tentando sair mais no jogo. Ambos buscavam o jogo com movimentação, mas o excesso de passes errados no meio campo impedia que as boas jogadas levassem mais perigo.
O Atlético tinha mais a posse de bola, contudo errava mais. Com isso, a estratégia de jogo do time alvinegro que quando recuperava a posse de bola, levava mais perigo à meta de Gallato. Renato apareceu bem em cabeçada aos pelo Botafogo aos 31 minutos.
Na base da raça e na bola parada, os times buscaram mais o resultado no final da partida, sem ter sucesso. O atacante Laio ainda perdeu no finzinho do jogo a chance da partida. Em um contra-ataque fenomenal, o atacante entrou cara a cara com Gallato e desperdiçou grande oportunidade. E fim de jogo sem gols: 0 x 0.
FICHA DO JOGO:
Atlético Paranaense 0 X 0 Botafogo
Local: Arena da Baixada (Coritiba)Data: 02/09/2009
Hora: 21h50 (De Brasília)
Árbitro: Paulo César Oliveira
Cartões: APR - Márcio Azevedo, Wesley e Valência / BOT: Léo Silva, Thiaguinho, Jônatas.
ATLÉTICO PARANAENSE: Gallato; Manoel, Ney, Chico, Wesley; Rafael Miranda (Gabriel Pimba) , Valência e Márcio Azevedo (Raul); Marcinho e Alex Mineiro (Walysson). Tec.: Antônio Lopes.
BOTAFOGO: Flávio; Emerson, Teco e Eduardo; Léo Silva (Thiaguinho), Fahel, Jônatas, Renato e Gabriel (Wellington); Ricardinho (Laio) e Victor Simões . Tec.: Estevam Soares.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Renato Gaúcho não resiste e é demitido do Fluminense
Cuca irá assumir cargo deixado por Renato Gaúcho
Renato Gaúcho deixa o Fluminense. Chegou como salvador da pátria e como alguém que conhecia bem vários jogadores do clube. Teve ainda a ajuda do experiente Valdir Espinosa ao seu lado para agregar valor. Tudo por água abaixo e o time com um pé na segundona! Apenas uma vitória sob o comando do Tricolor Carioca é realmente muito pouco. Sua figura sempre foi mais motivadora que orientadora dentro das quatro linhas e não é muito difícil se perceber isso. Nem isso conseguiu!
E a solução, diretoria tricolor? Acabam de contratar Cuca! Ora: Será mesmo a solução para se livrar de uma situação como essa?! Volta para as Laranjeiras, de onde saiu há, aproximadamente um ano, justamente por não ter conseguido tirar o time que se encontrava em situação bem semelhante à atual. Será este mesmo o profissional, o mais indicado para assumir o posto?
A conclusão que chego é que nem a cúpula de futebol do Fluminense, nem Cuca são inteligentes. No caso do comando de cima do Fluminense, vai insistir em alguém muito emotivo, incapaz de passar a vibração positiva necessária em momentos como esse e que já passou sem sucesso no Clube. Este treinador parece ser daqueles que precisa de tempo e planejamento para executar o que sabe.
O Caso de Cuca parece estar querendo dar a resposta ao mundo de que é bom treinador. Não é esse o caminho, mestre Cuca! Todos sabem da sua capacidade, já conhecem bem o seu trabalho de muita seriedade e qualidade. Quem sou eu para dizer alguma coisa, contudo não creio que este seja o melhor momento para mostrar seu trabalho. Eis a questão para ambos: Será que vale tanto a pena se arriscar assim?
Renato Gaúcho deixa o Fluminense. Chegou como salvador da pátria e como alguém que conhecia bem vários jogadores do clube. Teve ainda a ajuda do experiente Valdir Espinosa ao seu lado para agregar valor. Tudo por água abaixo e o time com um pé na segundona! Apenas uma vitória sob o comando do Tricolor Carioca é realmente muito pouco. Sua figura sempre foi mais motivadora que orientadora dentro das quatro linhas e não é muito difícil se perceber isso. Nem isso conseguiu!E a solução, diretoria tricolor? Acabam de contratar Cuca! Ora: Será mesmo a solução para se livrar de uma situação como essa?! Volta para as Laranjeiras, de onde saiu há, aproximadamente um ano, justamente por não ter conseguido tirar o time que se encontrava em situação bem semelhante à atual. Será este mesmo o profissional, o mais indicado para assumir o posto?
A conclusão que chego é que nem a cúpula de futebol do Fluminense, nem Cuca são inteligentes. No caso do comando de cima do Fluminense, vai insistir em alguém muito emotivo, incapaz de passar a vibração positiva necessária em momentos como esse e que já passou sem sucesso no Clube. Este treinador parece ser daqueles que precisa de tempo e planejamento para executar o que sabe.
O Caso de Cuca parece estar querendo dar a resposta ao mundo de que é bom treinador. Não é esse o caminho, mestre Cuca! Todos sabem da sua capacidade, já conhecem bem o seu trabalho de muita seriedade e qualidade. Quem sou eu para dizer alguma coisa, contudo não creio que este seja o melhor momento para mostrar seu trabalho. Eis a questão para ambos: Será que vale tanto a pena se arriscar assim?
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Vasco vence Brasiliense na primeira rodada do returno
Foto : Adalberto MarquesGol de Ramon, de falta, dá vitória ao time cruzmaltino
O Vasco venceu o Brasiliense por 1 a 0, no Estádio Boca do Jacaré, em Brasília pela primeira rodada do returno da Série B. Agora o time de Dorival Júnior é líder isolado chega aos 42 pontos, enquanto o time de Brasília fica com 27 pontos em décimo lugar.
O jogo começou com o Vasco tocando a bola com facilidade, logo não demorou para achar o primeiro gol. Aos cinco minutos Ramon cobrou falta de longe, a bola passou por todo mundo, só parou no fundo da rede.
A partida continuou movimentada, mas o time Carioca jogava de maneira bem mais organizada. Aos 21 minutos Carlos Alberto fazia grande jogada e Didão chegou de forma violenta. O arbitro ignorou sem nem aplicar o amarelo.
Aos poucos o time da casa passou a se impor no jogo e o Vasco não conseguia mais pressionar a saída de bola. Com isso o Brasiliense equilibrou a posse de bola. O time cruzmaltino era comandado por Alex Teixeira, visivelmente o melhor em campo, aparecendo nos principais lances da equipe.
No final da primeira etapa, Carlos Alberto ainda sofreu penalidade, que foi ignorada pelo árbitro Héber Roberto Lopes.
SEGUNDO TEMPO
A etapa final começou tensa. Alóísio se chocou de cabeça em disputa de bola pelo alto e caiu no chão desacordado. O jogador foi levado para o hospital, onde permaneceu para realizar exames de rotina, embora não tenha sido nada grave. Adriano então entrou para substituir o atacante.
A partida seguiu disputada e com muitas faltas. A defesa do time do Brasiliense ficou logo recheada de cartões amarelos. Carlos Alberto, sempre articulando as boas jogadas ao lado de Alex Teixeira, recebeu muitas faltas e acabou sendo substituído por Rodrigo Pimpão.
O ritmo do time do Vasco diminuiu muito com a saída de Carlos Alberto e de Aloísio. As principais jogadas passaram a ser em bolas paradas e escanteios. Já o time de Brasília, arriscava nos contra-ataques e também nas jogadas de bola aérea, mas sem sucesso nas conclusões.
Fim de jogo: 1 x 0 para o time visitante.
FICHA DO JOGO:
Brasiliense 0 x 1 Vasco
Local: Estádio Boca do Jacaré, em Brasília.
Data: 25/08/2009
Hora: 21H ( De Brasília)
Árbitro: Heber Roberto Lopes.
Gols: Ramon aos 5’ do primeiro tempo.
Cartões: Aílson, Anderson e Pedro Ayub (BRA)
BRASILIENSE: Guto, Aílson, César Gaúcho, Anderson e Edinho; Pedro Ayub, Flávio, Didão (Éder) e Rodriguinho; Abuda (Rodriguinho) e Gustavo (Thiago Félix). Tec.: Heriberto Da Cunha.
VASCO: Fernando Prass; Fagner, Vilson, Gian e Ramon; Mateus, Souza, Enrico (Amaral) e Alex Teixeira; Carlos Alberto (Rodrigo Pimpão) e Aloísio (Adriano). Tec.: Dorival Júnior.
O Vasco venceu o Brasiliense por 1 a 0, no Estádio Boca do Jacaré, em Brasília pela primeira rodada do returno da Série B. Agora o time de Dorival Júnior é líder isolado chega aos 42 pontos, enquanto o time de Brasília fica com 27 pontos em décimo lugar.
O jogo começou com o Vasco tocando a bola com facilidade, logo não demorou para achar o primeiro gol. Aos cinco minutos Ramon cobrou falta de longe, a bola passou por todo mundo, só parou no fundo da rede.
A partida continuou movimentada, mas o time Carioca jogava de maneira bem mais organizada. Aos 21 minutos Carlos Alberto fazia grande jogada e Didão chegou de forma violenta. O arbitro ignorou sem nem aplicar o amarelo.
Aos poucos o time da casa passou a se impor no jogo e o Vasco não conseguia mais pressionar a saída de bola. Com isso o Brasiliense equilibrou a posse de bola. O time cruzmaltino era comandado por Alex Teixeira, visivelmente o melhor em campo, aparecendo nos principais lances da equipe.
No final da primeira etapa, Carlos Alberto ainda sofreu penalidade, que foi ignorada pelo árbitro Héber Roberto Lopes.
SEGUNDO TEMPO
A etapa final começou tensa. Alóísio se chocou de cabeça em disputa de bola pelo alto e caiu no chão desacordado. O jogador foi levado para o hospital, onde permaneceu para realizar exames de rotina, embora não tenha sido nada grave. Adriano então entrou para substituir o atacante.
A partida seguiu disputada e com muitas faltas. A defesa do time do Brasiliense ficou logo recheada de cartões amarelos. Carlos Alberto, sempre articulando as boas jogadas ao lado de Alex Teixeira, recebeu muitas faltas e acabou sendo substituído por Rodrigo Pimpão.
O ritmo do time do Vasco diminuiu muito com a saída de Carlos Alberto e de Aloísio. As principais jogadas passaram a ser em bolas paradas e escanteios. Já o time de Brasília, arriscava nos contra-ataques e também nas jogadas de bola aérea, mas sem sucesso nas conclusões.
Fim de jogo: 1 x 0 para o time visitante.
FICHA DO JOGO:
Brasiliense 0 x 1 Vasco
Local: Estádio Boca do Jacaré, em Brasília.
Data: 25/08/2009
Hora: 21H ( De Brasília)
Árbitro: Heber Roberto Lopes.
Gols: Ramon aos 5’ do primeiro tempo.
Cartões: Aílson, Anderson e Pedro Ayub (BRA)
BRASILIENSE: Guto, Aílson, César Gaúcho, Anderson e Edinho; Pedro Ayub, Flávio, Didão (Éder) e Rodriguinho; Abuda (Rodriguinho) e Gustavo (Thiago Félix). Tec.: Heriberto Da Cunha.
VASCO: Fernando Prass; Fagner, Vilson, Gian e Ramon; Mateus, Souza, Enrico (Amaral) e Alex Teixeira; Carlos Alberto (Rodrigo Pimpão) e Aloísio (Adriano). Tec.: Dorival Júnior.
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Domingo de alegrias e realidades
O domingo do esporte brasileiro foi de alegria. A seleção feminina de Volei conquistou o octacampeonato do Grand Prix, no Japão, um ano depois do ouro em Pequin. E Rubens Barrichello no topo do pódio de Valência. O piloto brasileiro aproveitou o feito, para deixar seu nome na história do nosso automobilismo, conquisitando a vitória de número 100 para o Brasil na F-1. Que sorte, Rubinho!
Da quadra e da pista para os gramados.
Que fase vive o futebol carioca! É uma vergonha a campanha dos times do Rio de Janeiro no campeonato brasileiro. Botafogo e Fluminense estão em situação cada dia mais complicada. Se estes times não se reforçarem logo, certamente estarão da Série B em 2010.
Não adianta colocar culpa em erro de arbitragem, reclamar, esbravejar, nem nada disso, pois não mudará o resultado do jogo. A conclusão que se tira de uma partida como a de ontem, entre Botafogo e Corinthians é que tudo acontece por falta de qualificação dos profissionais do apito em nosso futebol. Isto simplesmente entristece os apaixonados pelo esporte e mancha o espetáculo.
O caso do Flamengo é diferente de Flu e Bota, embora também viva um momento conturbado. No entanto, isto se deve ao time estar totalmente sem conjunto, chegando a atuar com oito, nove reservas, o que dificulta qualquer tipo de planejamento. Com a volta aos poucos dos titulares, ficará mais fácil de sair da crise, por isso será mais fácil de escapar da zona perigosa.
Série B
O Vasco está no rumo certo. A torcida joga junto e este é o melhor caminho para a volta à elite do futebol. Dorival Júnior confirma a cada jogo, que conhece bem os atalhos da competição e desenvolve um belo trabalho. Dá gosto de ver 80 mil pessoas no Maracanã apoiando o time mesmo estando na Série B. Agora, imagine quando não estiver...
Da quadra e da pista para os gramados.
Que fase vive o futebol carioca! É uma vergonha a campanha dos times do Rio de Janeiro no campeonato brasileiro. Botafogo e Fluminense estão em situação cada dia mais complicada. Se estes times não se reforçarem logo, certamente estarão da Série B em 2010.
Não adianta colocar culpa em erro de arbitragem, reclamar, esbravejar, nem nada disso, pois não mudará o resultado do jogo. A conclusão que se tira de uma partida como a de ontem, entre Botafogo e Corinthians é que tudo acontece por falta de qualificação dos profissionais do apito em nosso futebol. Isto simplesmente entristece os apaixonados pelo esporte e mancha o espetáculo.
O caso do Flamengo é diferente de Flu e Bota, embora também viva um momento conturbado. No entanto, isto se deve ao time estar totalmente sem conjunto, chegando a atuar com oito, nove reservas, o que dificulta qualquer tipo de planejamento. Com a volta aos poucos dos titulares, ficará mais fácil de sair da crise, por isso será mais fácil de escapar da zona perigosa.
Série B
O Vasco está no rumo certo. A torcida joga junto e este é o melhor caminho para a volta à elite do futebol. Dorival Júnior confirma a cada jogo, que conhece bem os atalhos da competição e desenvolve um belo trabalho. Dá gosto de ver 80 mil pessoas no Maracanã apoiando o time mesmo estando na Série B. Agora, imagine quando não estiver...
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Imperador é convocado por Dunga
O técnico Dunga convocou na tarde desta quinta-feira na sede da CBF, 22 jogadores para a disputa dos dois próximos jogos, que serão contra Argentina e Chile, válidos pelas Eliminatórias da Copa do Mundo 2010.A principal novidade foi a convocação de Adriano do Flamengo. Outra supresa foi a volta de Lucas ex-Grêmio, que está no Liverpool (Inglaterra) e não atua com a amarelinha há quase um ano.
Miranda do São Paulo e Victor do Grêmio, também foram chamados.
Confira abaixo os principais trechos da coletiva do técnico Dunga.
Lista de convocados:
Goleiros: Júlio César (Inter de Milão) e Victor (Grêmio).
Laterais: Daniel Alves (Barcelona), Maicon (Inter de Milão), André Santos (Fernerbahçe) e Felipe ( La Coruña).
Zagueiros: Luisão (Benfica), Miranda (São Paulo), Lúcio (Inter de Mião) e Juan (Roma).
Meias: Felipe Melo (Juventos), Gilberto Silva (Parathinaikos), Josué (Wolsfburg), Elano (Galasatasaray), Júlio Baptista (Roma), Lucas (Liverpool), Kaká ( Real Madrid) e Ramires (Benfica).
Atacantes:Nilmar (Villareal),Robinho (Man City), Adriano (Flamengo) e Luis Fabiano (Sevilla).
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
João Havelange fala sobre a potência do futebol
O presidente de honra da FIFA e do Fluminense, Dr João Havelange concedeu uma palestra na Casa do Saber, Rio de Janeiro, na noite desta quinta-feira. O assunto principal abordado foi “o futebol quando estudado e bem trabalhado, é uma grande potência” – assim definiu o palestrante logo no início.
Durante o evento, o presidente contou sobre a sua trajetória na FIFA, onde ajudou a construir um patrimônio para a entidade de cerca de $ 200 milhões, construindo as cinco sedes tendo a principal em Zurique, na Suiça. Isto segundo ele, aconteceu pelo desenvolvimento do futebol com o passar dos anos e as algumas mudanças que foram feitas.
Uma delas foi o modelo da Copa do Mundo, onde em 1974 tinha 16 seleções e arrecadava 78 milhões de dólares. Em 2006, no modelo atual com 32 seleções o número chegou quatro bilhões e 600 mil dólares.
Havelange comentou sobre o “baque financeiro” que o mundo sofreu em 2008 com a perda de muito dinheiro. Mas, para ele, o poder de representatividade do futebol foi capaz de manter todas as patrocinadoras asseguradas para a Copa do Mundo de 2010. Cada patrocinador para ter seu nome assegurado no evento, paga nada menos que $75 milhões.
O assunto futebol brasileiro também foi abordado. Para ele, um grande erro foi cometido quando a lei do passe passou a favorecer totalmente ao jogador e não ao clube formador. Isto tira a capacidade de desenvolvimento dos clubes por não estar preparados e estruturados como uma empresa.
Sobre a Copa de 2014, João Havelange, revelou ter ido a todos os presidentes do comitê e inclusive o da Comembol e pedido para que todos assinassem a favor do Brasil. Embora Havelage tenha revelado preocupação, disse estar muito feliz com as 12 sedes, principalmente com a escolha de Manaus.
E para finalizar, já pensando em 2016, o presidente disse também ter escrito 104 cartas em Espanhol e Inglês pedindo que a candidatura seja aceita. Coincidentemente no ano das Olimpíadas em que a cidade maravilhosa é candidata, João Havelange poderá estar com 100 anos de idade.
Seria mais do que justa esta homenagem ao Dr e também a sua cidade.
Durante o evento, o presidente contou sobre a sua trajetória na FIFA, onde ajudou a construir um patrimônio para a entidade de cerca de $ 200 milhões, construindo as cinco sedes tendo a principal em Zurique, na Suiça. Isto segundo ele, aconteceu pelo desenvolvimento do futebol com o passar dos anos e as algumas mudanças que foram feitas.
Uma delas foi o modelo da Copa do Mundo, onde em 1974 tinha 16 seleções e arrecadava 78 milhões de dólares. Em 2006, no modelo atual com 32 seleções o número chegou quatro bilhões e 600 mil dólares.
Havelange comentou sobre o “baque financeiro” que o mundo sofreu em 2008 com a perda de muito dinheiro. Mas, para ele, o poder de representatividade do futebol foi capaz de manter todas as patrocinadoras asseguradas para a Copa do Mundo de 2010. Cada patrocinador para ter seu nome assegurado no evento, paga nada menos que $75 milhões.
O assunto futebol brasileiro também foi abordado. Para ele, um grande erro foi cometido quando a lei do passe passou a favorecer totalmente ao jogador e não ao clube formador. Isto tira a capacidade de desenvolvimento dos clubes por não estar preparados e estruturados como uma empresa.
Sobre a Copa de 2014, João Havelange, revelou ter ido a todos os presidentes do comitê e inclusive o da Comembol e pedido para que todos assinassem a favor do Brasil. Embora Havelage tenha revelado preocupação, disse estar muito feliz com as 12 sedes, principalmente com a escolha de Manaus.
E para finalizar, já pensando em 2016, o presidente disse também ter escrito 104 cartas em Espanhol e Inglês pedindo que a candidatura seja aceita. Coincidentemente no ano das Olimpíadas em que a cidade maravilhosa é candidata, João Havelange poderá estar com 100 anos de idade.
Seria mais do que justa esta homenagem ao Dr e também a sua cidade.
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Injustiças do futebol
O tempo passa, o campeonato continua e certas coisas não nudam no futebol Carioca. O Fluminense ainda não embala, o Flamengo respira graças a Adriano e no Botafogo a casa de Ney Franco cai. Pode se dizer até que teve tempo para trabalhar, mas não teve o material necessário para competir. Fez milagre no início do ano.
O treinador não tem a menor culpa, se a diretoria não me move para contratar um bom zagueiro. No futebol de hoje, para improvisar tem que ser muito bom. Algo que Fahel, Guerreiro e Eduardo não passam perto. Coitado do Juninho que faz muito e paga a conta. No pelotão de frente, um bando de atacantes bons, munidos por um meio-campo recheado de volantes. Que pena, Maurício Assumpção!
Infelizmente a vida comete injustiças. Não há mais tempo para mostrar valor, tampouco aprender com os erros, acertos e virtudes que cada um tem na sua profissão. O futebol realmente é um esporte sensacional por ser essa caixinha de surpresas. Lá na frente o placar pode ser invertido.
O treinador não tem a menor culpa, se a diretoria não me move para contratar um bom zagueiro. No futebol de hoje, para improvisar tem que ser muito bom. Algo que Fahel, Guerreiro e Eduardo não passam perto. Coitado do Juninho que faz muito e paga a conta. No pelotão de frente, um bando de atacantes bons, munidos por um meio-campo recheado de volantes. Que pena, Maurício Assumpção!
Infelizmente a vida comete injustiças. Não há mais tempo para mostrar valor, tampouco aprender com os erros, acertos e virtudes que cada um tem na sua profissão. O futebol realmente é um esporte sensacional por ser essa caixinha de surpresas. Lá na frente o placar pode ser invertido.
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