terça-feira, 14 de agosto de 2012
As Olimpíadas, o Brasil e o Futuro
quarta-feira, 21 de março de 2012
Uma nova Era do Futebol: estamos perdendo a identidade?
Carteirinha de Messi ainda jovem no Barcelona. (Divulgação/El País)quinta-feira, 15 de março de 2012
Os novos velhos problemas do futebol brasileiro
Ricardo Teixeira em discurso na CBF (Foto: divulgação / CBF)Os novos velhos problemas do futebol brasileiro
O mundo dá voltas, não pára, e os problemas se repetem no futebol brasileiro. Esta semana foi a vez da renúncia de Ricardo Teixeira, que deixou a presidência da CBF. Entre títulos e glórias deixou também em seu legado vários problemas e em um momento crítico, na reta final da preparação para a Copa de 2014.
O obscuro futuro da modalidade no País deixa só questionamentos e apostas. O modelo de gestão ultrapassado continuará e não resolverá nada do dia para noite. Mudar o comandante parece muito simples, a solução de tudo. Trocar o piloto não adianta se o funcionamento da “aeronave” continuar a mesma.
Se dentro de campo a renovação é fundamental, fora dele também é mais do que necessário. As dificuldades dos clubes, das federações e do calendário mal organizado são reflexo da falta de organização da entidade máxima. Sem um bom comando, não há ordem. Estranho até ler na bandeira brasileira “ordem e progresso”, se isto aqui é raro de se encontrar.
A força dos clubes unidos já foi demonstrada em outras ocasiões. Exemplo claro foi a criação do “Clube dos 13”, em 1987. Chegou a hora de uma nova revolução no Brasil. As entidades esportivas precisam se movimentar para que isso aconteça. Aos poucos as equipes estão entendendo a importância da infra-estrutura, da profissionalização. Os mega-eventos vieram no momento certo para colaborar neste sentido.
É preciso ainda uma conscientização geral para tudo funcionar bem. Isto vai desde o torcedor ao presidente da entidade máxima. E agora, será que estamos preparados para isso?
Na realidade o exemplo deveria vir de cima.
CASO ADRIANO
O caso do atacante aparenta ser um pouco incomum. Ele é o tipo do atleta que precisa estar em um ambiente em que se sinta bem. O problema soa mais pelo lado emocional do que físico. Com isso, a bola de neve só cresce: auto-estima baixa, não se cuida como deveria e conseqüentemente as lesões físicas que o impedem de ter o rendimento excepcional que poderia ter onde estiver.
quinta-feira, 8 de março de 2012
Futebol na essência dos tempos de escola

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Um jogo bonito, limpo, digno e justo
O craques Neymar e Messi se cumprimentam após o jogo (Foto: AG Reuters)O futebol imprevisível não se permitiu neste fim de ano. Deu barça com todos os méritos. Mostrou superioridade em todos os momentos com dignidade, sem soberba alguma. Como de costume, a equipe do Barcelona deu mais uma aula ao mundo da bola, dentro das quatro linhas. O que se viu foi um jogo moderno à moda antiga, em que as duas equipes se respeitaram ao longo da partida e quem jogou melhor venceu.
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Seleção sem pé nem cabeça
Neymar no jogo contra o Paraguai (Foto: AFP)Ainda no ano passado, o problema parecia mais psicológico. O nítido descontrole dos jogadores com o jeitão arrogante de Dunga no comando da equipe. Falou-se ainda na ausência de jogadores experiêntes para chamar a responsabilidade na hora da verdade. Mano vem reestruturando o time, mas repetiu um dos erros do ex-treinador. Abriu mão de talentos como Ronaldinho Gaúcho e Hernanes. Não teve Kaká e Luis Fabiano por lesão. Está faltando equilíbrio de uma forma geral e é preciso rever alguns conceitos na questão de planejamento para não dar outro vexame em 2014.
É preciso ter muito cuidado com a nova geração de Neymar, Paulo Henrique Ganso, Lucas, Alexandre Pato. Esta turma talentosa merece uma atenção especial, tanto dentro quanto fora das quatro linhas. O futebol mudou. Antigamente Pelé, Garrincha, Zico, Roberto Dinamite, Romário, Ronaldo entravam em campo e eram respeitados. Hoje em dia o equilíbrio é muito grande. E para piorar, o ego das nossas estrelas também. Uma partida de futebol se vence com bola na rede, habilidade e molejo nas pernas, não com as pernas “engessadas”, como fica parecido com a meia coberta até o joelho dos jogadores.
Para falar um pouco da fatídica partida, os minutos jogados em sí foram bons. O Brasil mandou na maior parte do tempo cronometrado. Até ali faltou a bola “só” a entrar. Na hora das cobranças faltou tudo: experiência, malandragem, atitude, cabeça no lugar. O que aconteceu foi anormal e ninguém tomou uma atitude. O problema é que os jogadores nunca acham que tudo vai dar errado e cada vez se importam menos com o resultado.
O mérito fica para os nossos adversários.
quarta-feira, 8 de junho de 2011
O TREM BALA NO CAMINHO CERTO
Pelo lado do time alviverde fica o gosto amargo da derrota depois da fenomenal campanha recente de tantas vitórias e com uma campanha digna de time grande. Mostrou que pode ir longe. Contudo, a derrota foi de pé firme. Luta até o fim, disposição, bom futebol, lealdade. Estas são as características de times formados para vencer. Desta vez, o vice veio com bela postura leva e começa a apagar aquela macha deixada do vandalismo no Couto Pereira.
Mas, como em todo fim de competição somente uma equipe sai vencedora. Acabou melhor para o time cruzmaltino. Depois de um início de temporada desastroso, o Gigante da Colina acordou. Com atitude e mudanças dentro e fora das quatro linhas chegou ao título de forma merecedora. Valeu pela reafirmação de alguns jogadores como Felipe, Diego Souza, Alecsandro, Eder Luís, Fernando Prass e o jovem Bernardo, uma grata supresa ao técnico Ricardo Gomes, também dono de um papel importantíssimo nesta conquista.
Acabou a agonia do torcedor do Vasco da Gama. Depois de longa espera agora poderá se planejar para voltar ao cenário Internacional da Libertadores 2012. Roberto Dinamite idolatrado como jogador começa escrever sua história fora dele. Precisa continuar pensando e agindo assim. Para completar a lua de mel vascaína, Juninho Pernambucado chega no melhor momento. Pouca pressão e muita disposição.
O "trem bala da Colina" parece rumar para o caminho certo.
