créditos: (Foto:divulgação WEB)
domingo, 23 de setembro de 2012
PH Ganso ou PH Ganância?
créditos: (Foto:divulgação WEB)
terça-feira, 14 de agosto de 2012
As Olimpíadas, o Brasil e o Futuro
quarta-feira, 21 de março de 2012
Uma nova Era do Futebol: estamos perdendo a identidade?
Carteirinha de Messi ainda jovem no Barcelona. (Divulgação/El País)quinta-feira, 15 de março de 2012
Os novos velhos problemas do futebol brasileiro
Ricardo Teixeira em discurso na CBF (Foto: divulgação / CBF)Os novos velhos problemas do futebol brasileiro
O mundo dá voltas, não pára, e os problemas se repetem no futebol brasileiro. Esta semana foi a vez da renúncia de Ricardo Teixeira, que deixou a presidência da CBF. Entre títulos e glórias deixou também em seu legado vários problemas e em um momento crítico, na reta final da preparação para a Copa de 2014.
O obscuro futuro da modalidade no País deixa só questionamentos e apostas. O modelo de gestão ultrapassado continuará e não resolverá nada do dia para noite. Mudar o comandante parece muito simples, a solução de tudo. Trocar o piloto não adianta se o funcionamento da “aeronave” continuar a mesma.
Se dentro de campo a renovação é fundamental, fora dele também é mais do que necessário. As dificuldades dos clubes, das federações e do calendário mal organizado são reflexo da falta de organização da entidade máxima. Sem um bom comando, não há ordem. Estranho até ler na bandeira brasileira “ordem e progresso”, se isto aqui é raro de se encontrar.
A força dos clubes unidos já foi demonstrada em outras ocasiões. Exemplo claro foi a criação do “Clube dos 13”, em 1987. Chegou a hora de uma nova revolução no Brasil. As entidades esportivas precisam se movimentar para que isso aconteça. Aos poucos as equipes estão entendendo a importância da infra-estrutura, da profissionalização. Os mega-eventos vieram no momento certo para colaborar neste sentido.
É preciso ainda uma conscientização geral para tudo funcionar bem. Isto vai desde o torcedor ao presidente da entidade máxima. E agora, será que estamos preparados para isso?
Na realidade o exemplo deveria vir de cima.
CASO ADRIANO
O caso do atacante aparenta ser um pouco incomum. Ele é o tipo do atleta que precisa estar em um ambiente em que se sinta bem. O problema soa mais pelo lado emocional do que físico. Com isso, a bola de neve só cresce: auto-estima baixa, não se cuida como deveria e conseqüentemente as lesões físicas que o impedem de ter o rendimento excepcional que poderia ter onde estiver.
quinta-feira, 8 de março de 2012
Futebol na essência dos tempos de escola

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Um jogo bonito, limpo, digno e justo
O craques Neymar e Messi se cumprimentam após o jogo (Foto: AG Reuters)O futebol imprevisível não se permitiu neste fim de ano. Deu barça com todos os méritos. Mostrou superioridade em todos os momentos com dignidade, sem soberba alguma. Como de costume, a equipe do Barcelona deu mais uma aula ao mundo da bola, dentro das quatro linhas. O que se viu foi um jogo moderno à moda antiga, em que as duas equipes se respeitaram ao longo da partida e quem jogou melhor venceu.
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Seleção sem pé nem cabeça
Neymar no jogo contra o Paraguai (Foto: AFP)Ainda no ano passado, o problema parecia mais psicológico. O nítido descontrole dos jogadores com o jeitão arrogante de Dunga no comando da equipe. Falou-se ainda na ausência de jogadores experiêntes para chamar a responsabilidade na hora da verdade. Mano vem reestruturando o time, mas repetiu um dos erros do ex-treinador. Abriu mão de talentos como Ronaldinho Gaúcho e Hernanes. Não teve Kaká e Luis Fabiano por lesão. Está faltando equilíbrio de uma forma geral e é preciso rever alguns conceitos na questão de planejamento para não dar outro vexame em 2014.
É preciso ter muito cuidado com a nova geração de Neymar, Paulo Henrique Ganso, Lucas, Alexandre Pato. Esta turma talentosa merece uma atenção especial, tanto dentro quanto fora das quatro linhas. O futebol mudou. Antigamente Pelé, Garrincha, Zico, Roberto Dinamite, Romário, Ronaldo entravam em campo e eram respeitados. Hoje em dia o equilíbrio é muito grande. E para piorar, o ego das nossas estrelas também. Uma partida de futebol se vence com bola na rede, habilidade e molejo nas pernas, não com as pernas “engessadas”, como fica parecido com a meia coberta até o joelho dos jogadores.
Para falar um pouco da fatídica partida, os minutos jogados em sí foram bons. O Brasil mandou na maior parte do tempo cronometrado. Até ali faltou a bola “só” a entrar. Na hora das cobranças faltou tudo: experiência, malandragem, atitude, cabeça no lugar. O que aconteceu foi anormal e ninguém tomou uma atitude. O problema é que os jogadores nunca acham que tudo vai dar errado e cada vez se importam menos com o resultado.
O mérito fica para os nossos adversários.

